um.

 Descubro dias cinzentos e pouco salobros,

Ligo a rádio para afundar nas águas profundas,

De um sentimento que vai e vem em lágrimas caídas,

Mas nada tenho a fazer neste desespero de Alma,

Sei que sou eu que tenho que afastar as pedras deste trilho,

Procuro em ti a minha calma,

Mas sei que para ti nem sempre terei o brilho,

Preciso que acordes nesses momentos em que não me sentes,

Porque sei que me perco por ruas e ruelas,

Mas sei que tu és capaz de me trazer de volta liberto destas correntes,

E deitamos na praia olhamos as estrelas,

E sonhamos que somos um.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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