Descubro dias cinzentos e pouco salobros,
Ligo a rádio para afundar nas águas profundas,
De um sentimento que vai e vem em lágrimas caídas,
Mas nada tenho a fazer neste desespero de Alma,
Sei que sou eu que tenho que afastar as pedras deste trilho,
Procuro em ti a minha calma,
Mas sei que para ti nem sempre terei o brilho,
Preciso que acordes nesses momentos em que não me sentes,
Porque sei que me perco por ruas e ruelas,
Mas sei que tu és capaz de me trazer de volta liberto destas
correntes,
E deitamos na praia olhamos as estrelas,
E sonhamos que somos um.
M.
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