toque.

 Nos teus olhos um dia eu mergulhei sem receio,

Corre-me o sangue nas veias de querer um dia mais,

Assalta-me o calor pela espinha porque em ti nada é demais,

Solta-me destas amarras que eu carrego que nem um sucateiro,

Vamos sorrir e brincar na areia,

Lançar desejos ao mar enquanto sonhamos com a ceia,

De um jantar à luz de velas junto à aldeia,

Onde apenas as boas vibrações são recebidas,

E as nossas preces são atendidas,

E no meu toque na tua mão,

Eu sinto o meu coração,

De saber que és a minha paixão.

M.

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