Encontrar uma forma de viver sem sentido,
Quebro feitiços de perfume fétido,
Uma magia negra que me assola a Alma,
Pelo corpo varrem-me os calafrios sem calma,
Oiço na voz uma melancolia de morrer,
Mas eu quero viver,
Mas eu quero morrer,
Procuro o meu caminho por entre estes mortais,
Que um dia pensam que podem ser puros,
Enganados nas histórias de encantar,
No desespero de encontrarem a sua força,
Na vontade de dar e receber,
Sem saber se esse é o seu destino.
M.
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