Sereia.

 Num sonho de verão fico sem não,

Acordo no raiar com a música a cantar,

Arrasto-me entre os lençóis à procura de uma sereia,

Lembro-me de a ter beijado na noite de luar,

Entre brisas e cantigas sinto a sua ausência,

Quero voltar a beijar aquela boca de sonhar,

Saber que no mar iremos estar,

Para saborear o sal do nosso amor.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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