lar.

 Um novo amanhecer que surge no horizonte,

Vamos iniciar uma nova travessia por esta ponte,

Lançar ao poço uma moeda e pedir um desejo,

Fazer as malas e rumar ao Alentejo,

Sem planos e sem receios,

Como dois viajantes que caminham sem rodeios,

Partem à descoberta da sua liberdade,

Longe de tudo encontram a sua unidade,

São rosas do mesmo canteiro,

Que nascem junto ao mosteiro,

Entre a sombra e a luz das suas paredes,

Descobrem as suas virtudes,

Numa dança ao luar,

Encontram o seu lar.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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