lar.

 Um novo amanhecer que surge no horizonte,

Vamos iniciar uma nova travessia por esta ponte,

Lançar ao poço uma moeda e pedir um desejo,

Fazer as malas e rumar ao Alentejo,

Sem planos e sem receios,

Como dois viajantes que caminham sem rodeios,

Partem à descoberta da sua liberdade,

Longe de tudo encontram a sua unidade,

São rosas do mesmo canteiro,

Que nascem junto ao mosteiro,

Entre a sombra e a luz das suas paredes,

Descobrem as suas virtudes,

Numa dança ao luar,

Encontram o seu lar.

M.

 

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