Fecho os olhos e beijo o sonho,
Subo até à colina mais alta para que nada seja medonho,
Finalmente venho da negra noite para o dia de luz,
Corro em direção a esta contraluz,
Na sua silhueta uma visão de quem vive acordado,
A pensar que apenas a sorte é bafejada a quem é ousado,
Por partir no desconhecido de uma estrada sem sentido,
Mas sabendo que a bravura faz parte de ser amado,
E ter em ti o abrigo depois de lutar,
Sem saber se irei pifar,
De tanto escrever e pensar,
Nas linhas que irei escrever para te dizer,
Nas sílabas que irei pronunciar para sentires,
Aquilo que é o meu ser,
Aquilo que é a minha dedicação,
Aquilo que me faz feliz,
Tudo o que representas para mim.
M.
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