Olho no horizonte este azul profundo,
É nele que mergulho sem saber o seu fundo,
Respiro um folego de fogo ardente,
Sei que estás lá e podes ser a minha ouvinte,
Das minhas mágoas e alegrias,
Nas quais não me asfixias,
Neste sentimento que me move em direção ao segredo,
Na vontade que tenho e não cedo,
Porque não tenho medo,
De lutar por ti e morrer assim,
Nem que tenha que fugir para Pequim,
Porque acredito que vens comigo para longe,
Porque serei o teu monge,
Da meditação transcendental que me varre as veias,
E pelo amor que anseias,
Que eu te dê e tu mereces Princesa,
Porque eu quero viver na tua beleza.
M.
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