Sou o que sou.

 Sei que nem sempre sou feliz naquilo que digo,

Sei que nem sempre sou capaz de dizer da forma certa,

Sei que nem sempre tenho razão para ser ou ter,

Sei que nem sempre abraço ou beijo quando devia,

Sei que não sou aquele sonho de homem das telas de cinema,

Sei que não tenho a capacidade que esperam de um homem,

Sei que não sou capaz de fazer tudo o que é suposto fazer,

Sei que não sou alegre e sorridente quando mais deveria ser,

Mas sei que quando dou o meu coração,

É para a vida,

E isso é tudo para mim,

Tudo o resto são construções de lógica sem sentido,

Que tentam esconder aquilo que o meu coração tem,

Tudo aquilo que representa a mais pura das energias,

Que quando são partilhadas,

Não pode existir nada que nos impeça de ser felizes,

Assim deveria ser a vida.

M.

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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