Sou uma alma perdida,
Caminho por este vale de terra ardida,
Nem sempre serei o que vês,
E em dias maus estarei no convés,
De um barco que navega sem rumo,
À espera de encontrar o fio de prumo,
Que nos mantenha de mão dada,
Numa história enredada.
M.
Sem comentários:
Enviar um comentário