No desespero de te encontrar,
Perco-me nas amarras da minha insanidade,
No espelho um ser disforme e sem sentido,
Num sonho de verão,
Imagino a ternura do teu carinho,
Numa paixão de crianças ao pôr do sol,
Abraçamos um destino,
Acordo no leito da tua inocência,
Nesta quimera que chamamos vida.
M.
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