Pela minha pele escorre um suor frio,
Que formigueiro é este que me assalta a Alma,
Com a minha mão agarro este vendaval,
Como um louco que dança à chuva,
Escondo-me à procura do meu destino,
No exotismo de uma imaginação cruel,
De um mortal que quer estar na tua paz,
Como um silêncio sem som,
Que escuta o bater deste coração,
Numa luz que pode atormentar,
A leveza do teu sorriso.
M.
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