O meu corpo vadio deambula pelo regato abaixo,
Na subtileza das folhas caídas de tanto lutar,
Numa breve passagem pelo tempo,
Encontro-me outra vez, e outra vez, e outra vez,
Num fugaz respirar sinto o sal da tua vida,
Sento-me a ouvir a lua de cinzel,
Nas minhas mãos um diamante por polir,
Na beleza hermética que molda o teu corpo,
Encerrado num sentimento primitivo,
Transmuto a energia do meu físico para o espírito do sol.
M.
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