Aqui plantado à beira de um penhasco,
Observo,
O vento acaricia-me as rugas de uma vida dura,
Ninguém aparece no horizonte,
Sinto o tempo a correr entre as minhas mãos,
A noite cai,
Na esperança de te encontrar,
Ilumino a escuridão caída ao mar,
Junto à janela,
Percorro o horizonte à tua procura,
Acendo uma vela,
Sinto o aconchego do calor da lareira,
Na porta,
Uma silhueta de um corpo perfeito,
Já estarei no além?
Ou terás tu chegado ao meu lar?
M.
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