Filho de um Deus menor.

 Objeto de matéria oca,

Nascido de um amor proibido,

Uma metáfora de uma obra inacabada,

Símbolo da ironia humana,

Uma filosofia de ciclos plásticos,

A poesia das palavras sentidas,

O poder da meditação sobre o movimento,

Quadro que pinta luz e sombras,

Na cor de mel dos teus olhos,

Num mundo encerrado ao mito,

Reflito sobre mim mesmo,

Princípio da ironia das telas delirantes,

Ainda e sempre num Amor que não morre.

M.

 

 

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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