dia santo.

 A brisa do orvalho pela manhã,

Sussurra ao ouvido esperança e lembrança,

Respiras e sentes o sabor do pinheiro,

O som da água pura a passear por entre as pedras,

A tranquilidade de quem anseia,

De um dia que passeia,

Pelas montanhas e pelos campos,

À procura dos momentos,

Numa tormenta de cata-ventos,

Seguem os cavaleiros,

Na luta pela sua donzela,

Serram dentes e partem sem cautela,

O seu amor querem conquistar,

Vertem o seu sangue sem se escudar,

Na vontade de serem dignos do seu leito,

Reclamam para si o direito,

De beijar o seu encanto,

Neste dia santo.

M.

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