Vagueio entre a amargura das lágrimas do nosso oceano,
Sinto a fúria da tua crispante melodia,
Desamparado suplico a ti,
Na tua face as estrelas do nosso destino,
A descoberta desbotada de uma loucura sem sentido,
Choro no teu ombro a minha alegria,
No exotismo do teu corpo a aridez da minha natureza,
Faremos da esperança uma enxurrada de átomos,
Que se interligam na ascensão dos nossos seres,
Rumando à deriva nas asas de um sonho.
M.
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