subo rumo ao desconhecido,
quero ver-te,
na tua pureza transcendental,
escorrem as lágrimas do meu coração,
sento-me a contemplar a tua luz,
que aquece o corpo sem forma,
de um ser aprisionado,
quero ser livre,
sei que tu também,
será real o caminho que observo,
a neblina da manhã ofusca o meu sentido,
deito-me no orvalho da natureza,
respiro o perfume da tua beleza,
quero ser livre,
sei que tu também,
mas a sombria do meu
ser não me deixa,
sou um louco que quer voar,
e tu ó Alma que vives presa em mim,
que me chamas,
num ardor de esperança,
serei eu digno de trazer-te de volta?,
mereço eu a caricia da tua inocência?,
na fantasia de querer aconchegar a minha vida no teu colo,
quero ser livre,
e se que tu também.
M.
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