Preso dentro destas paredes sinto o sabor,
Amargo tormento que me tira o fulgor,
Destino de uma amarra em terra,
Sinto o perfume de uma mulher,
Querer respirar e não poder,
Escrever neste papel as letras da minha alma,
Dormente a minha mente fica,
Por saber que no teu regaço eu descanso,
Abro a janela e procuro o desejo,
De um coração desesperado por ti.
M.
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