vertigem

Doce vertigem que embala o meu ser,

Silencia o tumulto do espírito errante,

És luz viva, vinda de um céu distante,

Nasces em mim sem medo do passado,

Guio-me pelo teu brilho sereno,

E deixo para trás o que foi quebrado,

Com o teu amor, enfrento os meus demónios,

Que se rendem, cansados, à tua presença,

Pois um sonho teu cura a minha descrença,

Volto a ti, sempre, como quem regressa a casa,

Desperto do medo, encontro o caminho,

Que me conduz à enseada onde a magia nos abraça.

M.



lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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