vertigem

Doce vertigem que embala o meu ser,

Silencia o tumulto do espírito errante,

És luz viva, vinda de um céu distante,

Nasces em mim sem medo do passado,

Guio-me pelo teu brilho sereno,

E deixo para trás o que foi quebrado,

Com o teu amor, enfrento os meus demónios,

Que se rendem, cansados, à tua presença,

Pois um sonho teu cura a minha descrença,

Volto a ti, sempre, como quem regressa a casa,

Desperto do medo, encontro o caminho,

Que me conduz à enseada onde a magia nos abraça.

M.



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