Caramba, saberei eu escrever linhas tortas em papel celeste,
Caminharei sentado num carreiro de éfemeras alucinações,
Fugido de uma caverna de sonhos desfeitos,
Não serei o teu escravo destas minhas divagações,
Posso eu tentar encontrar os trabalhos a preceitos,
Descobrir que tudo é feito com um cipreste,
E nada que bebo encontro a paz alcançada,
De te ver junto a mim longe da minha paixão desgraçada.
M.

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