Na barca rumo para lá dos confins do mundo,
Manchado sente-se o meu espírito,
Desaparecendo entre as nuvens uma brisa,
Levo comigo a esperança de uma criança,
Que não soube esquecer o seu âmago ser,
Paralisado fico perante tamanha grandiosidade,
Estou roto de nada saber,
Afogarei no beber junto à taberna do canto,
E sem dom ou estrela me deixo cair,
Numa vida que não tem amanhã,
E tornar a ser aprendiz de quem ensina,
Que o amor pode prevalecer.
M.

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