Escrevo por linhas tortas,
Numa alma errante,
Que sonha com o acordar de uma noite,
Não sabe onde encontrar,
Aquela por quem tanto esperou,
Bebe mais um caneco,
Deste azedo trago,
Na esperança de esquecer o seu passado,
E na cama cair desencantado.
M.
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