Lembro-me de nada lembrar,
Sou um demónio em corpo de animal,
Uma personagem de um teatro matinal,
Conquisto a minha Alma mortal,
Mas não sou o ator principal,
Neste papel em que não sei improvisar,
Sem pena de mim olho o luar,
A pensar saberia atuar,
Nas andanças de momento a chorar.
M.

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