Minha alma indomada,
Meu suspiro na dor do vento,
Ó madrugada celeste,
Porque sangra o meu tempo,
Pulsa no peito um silêncio,
Terei o meu sofrimento no som errante,
De quem escuta o coração errante,
Num momento de ausência poética,
Deixo-me sentir no sepulcro do pranto.
M.

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