Tu que vais por essa estrada deserta,
Tu que percorres este caminho por ti,
Às vezes nunca me quiseste nos braços,
Foi só por querer que presumiste,
Que o meu coração ficou assim abandonado,
Por toda a vida foste uma aventura,
Querer que a tua Alma seja uma melodia junto a mim,
Às vezes não nunca mais me quiseste,
De vale agora entrar pelo quarto dos sonhos lavados,
Num qualquer momento vivido para sempre.
M.

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