universo.

 Através do som dos confins do universo,

Surge como um raio de luz no multiverso,

Um átomo que se desprende do fio da vida,

Uma curva que se faz pela esquerda,

Com velocidade e sem olhar pelo retrovisor,

Navegamos por entre as nuvens sem sensor,

Derramamos o suor da vertigem deste espaço,

Porque sabemos que isto é apenas mais um pedaço,

Do tempo que em podemos ter um momento,

E nos deitamos a contemplar este sentimento.

M.

 

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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