Veludo que se estende no palco deste teatro,
As luzes semicerradas iluminam a magia,
As cortinas deslizam devagar até aparecer,
A voz que nos encanta ao luar de esquecer,
E no brilho dos cintilantes pirilampos o nome Sofia,
Invade com o seu perfume a plateia que esmorece,
Ao saber que o seu sonho é feito de algodão doce,
E que o suor das minhas mãos de quem derramaria,
O sangue de uma luta por saber que és tu,
Aquela com que eu irei até ao meu jubileu.
M.
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