jubileu.

 Veludo que se estende no palco deste teatro,

As luzes semicerradas iluminam a magia,

As cortinas deslizam devagar até aparecer,

A voz que nos encanta ao luar de esquecer,

E no brilho dos cintilantes pirilampos o nome Sofia,

Invade com o seu perfume a plateia que esmorece,

Ao saber que o seu sonho é feito de algodão doce,

E que o suor das minhas mãos de quem derramaria,

O sangue de uma luta por saber que és tu,

Aquela com que eu irei até ao meu jubileu.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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