liberta-me.

 Liberta-me e leva-me ao mundo dos sonhos,

Abraça-me e beija-me como nos dias do fim,

Caminha e não olhes para os tempos medonhos,

Deixa-me ser aquele que não gasta o teu latim,

Acredita na força na energia que nos rodeia,

E nas cores do dia nos deitamos nesta areia,

Com os nossos corpos a escorrer suor,

E na loucura do nosso amor nada é inferior.

M.

 

 

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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