Sento-me naquela mesa ao fundo,
Num canto recôndito e escondido,
Numa luz semicerrada observo a sua dança,
Quase sem folego solto mais uma fumaça,
O meu copo já vai quase no fim,
Que alegria que transpira naquele manequim,
As minhas mãos suam de esperança,
Sei que não sou uma criança,
É como se apaixonar pela primeira vez,
Em que tudo é timidez,
A coragem enche o meu peito,
E quase sem jeito,
Caminho em direção ao teu beijo.
M.
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