porcelana.

Atravesso as membranas da realidade,

Entre as sombras do universo que se esconde,

Por detrás de uma montanha em ansiedade,

Que grita para lá das estrelas que responde,

Uma melodia que percorre o perfume deste lugar,

Embriagado num sentimento para divagar,

Nas musas que habitam o nirvana,

Sem saberem que nada é de porcelana.

M.

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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