Tento que as coisas façam sentido neste círculo sem fim,
Tudo gira sem corda ou sem explicação,
Vamos dando pancadinhas de empurrão,
Olhamos para o céu e desejamos as nuvens de alecrim,
Procuramos as respostas para as perguntas de ninguém,
E sabemos que apenas somos alguém,
Que descobre um vento que toca o nosso rosto,
E assim nos deitamos nas praias de agosto.
M.
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