cortina.

 Não precisas de ver através da cortina,

As framboesas que luzem estão à tua espera,

Um rio de águas bravas que fogem à rotina,

Mesmo que a terra que te toca seja áspera,

Foge comigo junto à floresta de ciprestes,

Descobre um caminho por entre os corpos celestes,

Vem e dá-me a tua mão que te agarro até ao fim.

M.

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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