cortina.

 Não precisas de ver através da cortina,

As framboesas que luzem estão à tua espera,

Um rio de águas bravas que fogem à rotina,

Mesmo que a terra que te toca seja áspera,

Foge comigo junto à floresta de ciprestes,

Descobre um caminho por entre os corpos celestes,

Vem e dá-me a tua mão que te agarro até ao fim.

M.

 

 

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