devora.

 Que veloz é o tempo que nos devora,

Uma corrida que segue sem meta ou destino,

Esta é a nossa dança de valsa ao alvorecer,

Um imaginário de sonhos em jardins de verão,

Quero adornar o meu rosto no teu entardecer,

Fazer poesias feitas de pérolas e coração,

Pintar as paredes de uma casa sem tela,

E correr para fora da minha cela,

E encontrar o teu desejo.

M.

               

 

 

 

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