devora.

 Que veloz é o tempo que nos devora,

Uma corrida que segue sem meta ou destino,

Esta é a nossa dança de valsa ao alvorecer,

Um imaginário de sonhos em jardins de verão,

Quero adornar o meu rosto no teu entardecer,

Fazer poesias feitas de pérolas e coração,

Pintar as paredes de uma casa sem tela,

E correr para fora da minha cela,

E encontrar o teu desejo.

M.

               

 

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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