tela.

 Enrolo-me nos lençóis à tua procura,

De que cetim és feita que me deixas na loucura,

Desbravo esse teu corpo selvagem,

Encontro em mim toda uma coragem,

De percorrer sem fulgor até beijar os teus seios,

Estremecer de cansaço e sem receios,

Que o prazer que me dás,

É a fonte do que nos satisfaz,

Num momento de tempo que congela,

Nesta vida que pintamos através de uma tela.

M.

 

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