raro.

 Num raro momento que vou até aquele ermo,

De lá vejo o singular olhar de um viajante perdido,

Aqui sozinho,

Navego por entre as águas turvas de um longo dia,

Sou arredado,

Do prazer de sorrir pelo que o tempo me fez,

De um único raio que caia sobre mim eu acordo,

Fico longe,

Daquele lugar onde a vida é bela e mágica,

E que só alguns tem a sorte de lá ter acústica.

M.

 

 

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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