Num raro momento que vou até aquele ermo,
De lá vejo o singular olhar de um viajante perdido,
Aqui sozinho,
Navego por entre as águas turvas de um longo dia,
Sou arredado,
Do prazer de sorrir pelo que o tempo me fez,
De um único raio que caia sobre mim eu acordo,
Fico longe,
Daquele lugar onde a vida é bela e mágica,
E que só alguns tem a sorte de lá ter acústica.
M.
Sem comentários:
Enviar um comentário