Serei uma solidão que não tem perdão,
Fujo entre as pedras sem rumo ou direção,
Deixo para trás as memórias de uma ilusão,
Corro para lá e para cá numa imensidão,
De voltas à volta da minha brutidão,
Sem saber se serei alguma vez um peão,
Num xadrez que a vida dá a sua gratidão.
M.
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