alimente

 Olha como corre pelas veias este sangue,

Um mar de chamas que me invade,

Uma poesia escrita em linhas tortas,

A louca paixão de saber que afogue,

Em leiras de água silvestre que arde,

Num qualquer lugar em que aceitas,

A sensação de ver o papel que alimente,

A alma que não soube ser entregue.

M.

 

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