agente.

 Não quero ser um agente do meu desatino,

Saber que nada sou neste episódio sem fim,

Sento-me a assistir à troca de palavras enfim,

Traduzo das letras um momento que foi escrito,

Por alguém que ousou pensar num dia de grandeza,

E mesmo assim a minha Alma sente a solidão,

De não entender o que esperar nesta ansiedade.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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