Sem sabor de viver fumo mais charro,
Corre pelas veias o sangue de um desatinado,
Um eremita que na sua colina contempla,
Os desejos esquecidos numa fonte de luz,
Num pensamento temulento e acuminado,
Voando por entre as nuvens como um birro,
Joga mais uma tentativa de viver em tripla,
E num caminho perder a sua cruz.
M.
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