terra.

 Numa terra estéril em que os olhos fecharam,

Um sacrifício que é feito para em ti acordar,

Enquanto nos deitamos na areia viajamos até ti,

Nos pulsos o sangue vibra à velocidade de uma asa ferida,

Revelas em nós o destino da liberdade não encontrada,

Do chão brota mais um fugaz momento que tu desejas,

Tomamos do teu cálice o sabor da tua sabedoria,

E assim iremos até ao fim para te entender.

M.

 

 

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