palha.

 Solstício de vento amargo na bravura de uma maré,

Equinócio descido à terra para na força ir ao céu,

Fantasia de uma escrita feita de palha ao sol,

Madrugada aquecida pela ternura de uma manhã,

Voz jogada ao chão para ser ouvida na igreja,

Suavidade sentida numa colina agreste,

Amor que surge na vontade de viver.

M.

lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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