nuclear.

Compro mais uma botelha de sementes de vida,

Levanto-me para em mim voltar a semear,

Percorro mais este trilho que me leva onde não sei,

Nas lezírias sinto o perfume de quem me quer,

Selvagem montanha que me desafia onde serei,

Mesmo que seja em Alenquer,

Espalho ao meu redor tudo o que me consolida,

Em laivos de loucura transformadas em fusão nuclear.

M.

 

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