Que linda vai a musa pela borda deste rio,
Primavera que floresce no recanto do teu olhar,
O chilrear encanta a natureza do teu ser,
Na vontade de veres o mundo sem cortinas,
E num momento encontrares a luz do dia,
Que assim ilumina mais uma epopeia de amor,
Adormecida numa folha de papel.
M.
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