Escondem-se sombras no sol que caminha pelo passeio,
De vermelho se pintam as ruas da salvação,
Em nome do destino o cavaleiro pede a sua absolvição,
Luta de demónios por entre balas perdidas em dia cheio,
Da terra em que se ajoelha para implorar o seu perdão,
E sem pesadelos ou receios abraça mais um desafio,
A galope por entre as cortinas dos ciprestes desaparece,
Desembainha a sua Excalibur para decapitar a maga negra,
Perdido entre as façanhas sem fim o seu sangue sangra,
Olha em frente e procura a luz que merece.
M.
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