Corro aqui e agora até ao infinito do sonho vivido,
Rasgo o vento sem saber se o caminho é este,
Largo o suor que me lava a Alma aguçada pelo ardor,
Pinto o céu com o pincel e de vontade celeste,
Cruzo por entre as veredas com o monge esquecido,
Rezo poemas escritos e esquecidos nos vales encantados,
Assobio a melodia de quem na harpa sabe sentir,
Aquele sentimento que na pele deixa aquela marca.
M.