veredas de terror

 Paira no ar a sombra de uma memória não vivida,

Deixo-me levar nas marés de lágrimas derramadas,

Não sei onde encontrar a minha Alma perdida,

Deixo que a corrente me leve no ar um perfume,

Fui sempre a cor invisível de um homem esquecido,

Fui sempre a escolha de refugo e nunca a primeira,

Perdi a noção do tempo no tempo que tem para dar,

Deixo o meu ser caminhar por entre veredas de terror,

E na penumbra sento-me à espera de voltar a ver.

M.




lady f*

Sou alguém que escreve para compreender o que sente e para dar forma ao que, de outra maneira, ficaria preso no caos dos pensamentos. No Stupid Brain, a poesia nasce como um diálogo íntimo entre a mente e o coração, entre aquilo que se tenta esconder e aquilo que insiste em vir à superfície. Os meus textos percorrem territórios de amor, perda, desejo, solidão e esperança, explorando as fragilidades humanas com uma linguagem sensível, por vezes crua, por vezes delicada, mas sempre honesta.

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