praça.

 Mais uma lágrima que corre pelo vale da esperança,

Felicidade que vamos encontrar na esquina esquecida,

Olhamos entre a janela semiaberta à procura da andança,

Dos moinhos que roçam o vento que lá vai naquela arruda,

E nos momentos de vontade deslembrada e sem praça,

Mergulhamos no desconhecido que só os Deuses sabem explicar.

M.

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