Devagar se move o momento do despertar,
A magia que invade um corpo despido,
Um saber que percorre o tempo e o espaço,
A fantasia de um menino perdido na floresta,
Na luz que encontra no amanhecer encantado.
M.
Devagar se move o momento do despertar,
A magia que invade um corpo despido,
Um saber que percorre o tempo e o espaço,
A fantasia de um menino perdido na floresta,
Na luz que encontra no amanhecer encantado.
M.
Lavo este corpo despido na corrente desta água,
Quero limpar as manchas que me assolam,
Encontrar em ti um novo caminho,
Acreditar que ao longe vamos encontrar,
Um lugar onde a vida irá nos sorrir.
M.
Indiferente vontade de sair para sempre,
De um casulo que teima em fechar,
Abrir asas e voar sem destino ou ambição,
Largar as amarras de uma vida inconstante,
E saber que lá no infinito irei encontrar,
A paz de uma Alma cansada.
M.
Lugares que nos encantam o olhar,
Sensações que nos fazem sentir,
Loucuras feitas na travessia deserta,
Momentos adormecidos por um beijo suado,
Famintos pedintes que procuram conhecer,
O caminho para o nosso coração.
M.
No limite de uma colina levanta-se um vento,
Sozinho aqui fico,
Em busca da alegria que foi perdida,
Sonho em sair,
Daquela cave onde as pedras são frias,
Sinto o frio no corpo,
Num frenesim de pensamentos vadios,
Busco mais uma centelha,
Para em mim descobrir o lugar de repouso.
M.
Não sei onde estou,
Quero sorrir e sentir novamente,
Não sei por onde vou,
Quero badalar mais um dia,
Não sei o que sentir,
Quero mandar tudo pelo vento
fora,
Não sei o que dançar,
Quero apenas dar sem receio.
M.
Traço uma linha até ao infinito,
Pinto as nuvens para tu
olhares,
Rego as flores no jardim do
teu paraíso,
Viro a página deste livro para
voltar a ler,
Levo comigo um sentimento
para te dar.
M.
Também estou na tormenta que me leva,
Quero acreditar que vou ver,
Sigo por mais um caminho sem
saber se é assim,
Levo mais um doce de
esperança,
A renascer das cinzas
encontro a luz que procuro,
Sem de mim eu espero,
Corro mais um momento para ir
até ao fundo,
Num passo que dou em frente,
E à noite procuro o brilho da
lua ao chegar.
M.
Que sabor é este que deleita os teus lábios,
Que vontade é esta que
desperta em ti,
Que loucura te assalta o teu espírito
rebelde,
Que caminho percorres para
chegar aqui,
Que Amor é este que queres
ter.
M.
Subo por este caminho à procura de ti,
Sombra que pinta a noite,
Arrepio suado que atravessa
por mim,
Um momento que espero,
Rua de calçada que leva
comigo,
A viagem para ser,
E num ruído agudo estendo a mão,
Procuro o teu destino.
M.
Jóia de prata que se solta ao luar,
Dunas pintadas na corrente da
maré,
Folias de brincar ao deitar
contigo,
Sentimento desviante para
aqui sentir,
Salina de sabor no beijo
eterno.
M.
Se calhar não sou apenas um fio de luz,
Pequenas coisas que não sei
entender,
Fogem-me os pensamentos
lavados,
Encontro no calor da lareira o
suave entardecer,
De um velho que caminhou por
entre campos,
Numa geração que não sabe
qual a sua cruz.
M.
Pela noite vagueio o meu espírito,
Sem controlo ou vontade,
Percorro esta estrada sem
sentido,
Sem energia de continuar,
Sinto dor no caminhar que me
assalta,
Sem esperança de ver,
Inspiro mais uma lufada de ar
frio,
Sem loucura de mim,
Aguardo a vinda do Anjo da
noite,
Sem mim.
M.
Ando despistado à procura de um raio teu,
Olho para ti e procuro que me
digas o que ver,
Quero acreditar que tenho a
força para viver,
Fazes o crepúsculo numa mão
cheia de magia,
Pouco importa a geada que
chega pela manhã,
Sempre que me fizeres o sinal
não serei ateu,
Em vontade de abraçar mais
uma cortina que desce,
Pela montanha vestida ao
anoitecer.
M.
Eu sei que nada pode ser eterno,
Eu sei que pouco serei sem
ser,
Eu sei que a noite pode ser
fria,
Eu sei que tempo é feito de
tempo,
Eu sei que palavras podem ser
escritas,
Eu sei que apenas irei onde
deixares,
Eu sei que não serei
perfeito,
Eu sei que um dia irei voar,
Eu sei que a força irá prevalecer,
Eu sei que amar será sempre
assim.
M.
Não vou resistir ao destino
que quero conquistar,
Comigo e sem tempo passo por
mais um dia,
Apesar de todas as trovadas
que encerram uma batalha,
Procuro mais uma noite
diferente para assim recordar,
Em busca de um sonho que será
feito na muralha,
De um castelo conquistado
pelo sangue da melodia,
Que é escrita no suspiro de
mais uma letra sem sentido.
M.
Sonho vivido ao acordar,
Aqui e ali,
Distância que separa quem nos
une,
Aqui e agora,
Começar um novo viver na
noite lunar,
Aqui e sempre,
Um momento que guardamos na
memória,
Aqui e contigo,
A paixão de saber que seremos
felizes.
M.
Solstício de vento amargo na bravura de uma maré,
Equinócio descido à terra para na força ir ao céu,
Fantasia de uma escrita feita de palha ao sol,
Madrugada aquecida pela ternura de uma manhã,
Voz jogada ao chão para ser ouvida na igreja,
Suavidade sentida numa colina agreste,
Amor que surge na vontade de viver.
M.
Cavalga comigo as ondas que agora nos beijam ao acordar,
Sente o sal,
Beija-me os lábios e saboreia o mel da vida,
Abre os teus braços,
Respira a brisa que se espalha ao nosso redor,
Olha para o infinito,
Deixa que os Anjos nos digam o caminho a seguir,
Sente o meu coração,
E acorda porque não é um sonho.
M.
Que linda vai a musa pela borda deste rio,
Primavera que floresce no recanto do teu olhar,
O chilrear encanta a natureza do teu ser,
Na vontade de veres o mundo sem cortinas,
E num momento encontrares a luz do dia,
Que assim ilumina mais uma epopeia de amor,
Adormecida numa folha de papel.
M.
Sol que beija o deserto de uma miragem,
Caminhante que procura o seu destino,
Tempestade que se forma sem ouvir,
Loucura que assalta o pedinte do céu,
Travessia que parece interminável,
Sabor meloso que sentes ao beijar,
Caricia que sossega o nosso espírito,
Prado que sonha no adormecer,
Ritual que procura a sua origem.
M.
Nem sempre o mar é azul,
Nem sempre o céu chora,
Nem sempre o vento refresca,
Nem sempre se vê ao longe,
Nem sempre sabemos o que dizer,
Nem sempre existe luz,
Nem sempre seremos magoados,
Nem sempre o caminho é certo,
Nem sempre ficaremos prisioneiros,
Nem sempre.
M.
Sem espaço para ver os campos a florir a cor profunda,
Movimento de um pendular entre os mundos vividos,
Sabor amargo ao sentir o pulso de mais um dia sem sentido,
Descobertas perdidas no tempo de quem um dia escreveu,
Uma linha de sonhos encontrados num baú naufragado,
Junto a uma praia onde os amantes souberam ter.
M.
Este é um silêncio que grita ao vento,
Um desespero de episódios que não vi,
Ao lado de uma história que não sei escrever,
Serei eu apenas mais um espantalho triste,
Por ver o sol a sorrir todos os dias menos para mim,
Serei eu feliz por saber que não soube dar,
Que caminho terei até que o capítulo final se dê,
Será mais um suspiro que não soube viver,
Ou terei tido a oportunidade de ter sido mais longe.
M.
Quando a chuva cai e voz sussurra,
Uma imagem que atravessa a rua num vulto escondido,
Levanto mais um copo,
Sabor de mel na corrente de cevada dourada,
Acendo mais um cigarro,
Inspiro um pensamento que me faz acreditar,
Olho pela janela,
Ao longe a neblina de uma manhã cheia de vida,
Agarro a tua mão,
E partimos rumo ao destino de mais um dia.
M.
Um milagre que nos atravessa o espírito de quem quer amar,
Um nervoso miudinho que nos invade as noites escaldantes,
Na loucura de uma tertúlia descoberta ao mergulhar,
No profundo olhar da Alma que nos alarmastes,
E num assobio de vento sentimos no aclamar.
M.
Uma experiência que sentes ao tocar a magia de uma melodia,
Pelo vento que escapa nas asas de alguém que voa alto,
Uma voz que nos chama para que em nós a luz seja energia,
Medo de cair da escada que sobe até lá cima,
Caminho até à borda do coração e salto,
Não sei que água me vai molhar,
Transformo a loucura dos pensamentos em raios de asfalto,
Não quero dizer adeus por onde irei trilhar,
Mas apenas saber que nos teus lábios irei beijar,
O sal que o mar crispado ruge ao vento.
M.
Podem secar as minhas lágrimas,
Mas o dia será nosso,
Podem dizer que não sei viver,
Mas a noite será nossa,
Podem esquecer a minha perseverança,
Mas o momento será nosso,
Podem matar-me os sonhos sonhados,
Mas o caminho será nosso,
Podem chamar-me louco sem sentido,
Mas o beijo será o nosso,
Podem apagar as luzes desta vida,
Mas a memória será nossa.
M.
Só quero viver dentro de uma lágrima do orvalho,
Um dia sei que o Sol vai secar a minha esperança,
Mas insisto dentro da força que vem de cima,
Acredito na visão do momento que assim fica,
E carrego em mim essa vontade de viver,
Mesmo que seja apenas uma dança sem ritmo,
Ou seja, um desejo incalculado na matemática divina,
Abraçando um destino que nunca foi descoberto.
M.
Escondem-se sombras no sol que caminha pelo passeio,
De vermelho se pintam as ruas da salvação,
Em nome do destino o cavaleiro pede a sua absolvição,
Luta de demónios por entre balas perdidas em dia cheio,
Da terra em que se ajoelha para implorar o seu perdão,
E sem pesadelos ou receios abraça mais um desafio,
A galope por entre as cortinas dos ciprestes desaparece,
Desembainha a sua Excalibur para decapitar a maga negra,
Perdido entre as façanhas sem fim o seu sangue sangra,
Olha em frente e procura a luz que merece.
M.
Achei que um dia iria dominar o mundo,
De uma colina olhei para baixo e encontrei o tempo,
No céu cerrado a cinzento descobri que não sabia,
Num papel estava escrito um plano de leitura sem leitor,
Verdade que chega por entre as chuvas de inverno,
Que correm pelo corpo à procura daquela liberdade
reveladora,
E em pedaços de esperança se desvanece a vontade,
De um dia saber que nada foi ou nada será.
M.
Numa terra estéril em que os olhos fecharam,
Um sacrifício que é feito para em ti acordar,
Enquanto nos deitamos na areia viajamos até ti,
Nos pulsos o sangue vibra à velocidade de uma asa ferida,
Revelas em nós o destino da liberdade não encontrada,
Do chão brota mais um fugaz momento que tu desejas,
Tomamos do teu cálice o sabor da tua sabedoria,
E assim iremos até ao fim para te entender.
M.
Parar ou morrer, respirar ou suster,
Preciso de ar puro que limpe a Alma,
Cansado de apenas ver,
Nascer das profundezas quero eu,
Mergulhado nas palavras que desvanecem,
As linhas que deviam ser certas,
Mas que as curvas tornam a verdade turva,
Em que vida serei o ouvinte que soube escutar,
Por quantas montanhas irei para encontrar,
Cansado de apenas ser,
Sangue que ferve numa asfixia que corta,
A vontade de viver ou sentir.
M.
Os escolhidos que caminham na terra do deserto de areia branca,
Percorrem junto às margens do rio dourado que ilumina ao
longe,
Sabem que no inferno tudo arde debaixo de um fogo não
vivido,
Espalham a mensagem de quem um dia quer salvar a sua Alma,
Solitários que não sabem escrever e que apenas escolhem ser,
Um condutor de vãs ideias que alguém não soube explicar,
E no céu olham para imaginar as respostas de um livro
fechado.
M.
A noite vai cair um dia no leito da minha desgraça,
Recordações que vão ficar aqui sem que possa levar,
Energia de forças místicas que me levam ao cimo do desaire,
Penhasco por onde vejo a grandeza do infinito,
Atiro-me à procura da leveza de alguma vez vir a ser,
Um anjo caído que não soube aprender a voar.
M.
Encontros de raiva esmorecida pelo vento do Norte,
Desatino de pensamentos que refletem a amargura da Alma,
Acordes que não ouvem a vontade de querer um dia ser,
Fogueira de vaidades que não quero ter na minha vida,
Escuro que pinta a caverna onde refugiu a minha mágoa,
Ser sem sentido e sem rumo que à deriva navega,
Desconhecido de um vazio que me desaparece na fantasia.
M.
Quem me dera ser o caminhar do pedinte,
Quem me dera escolher o quadro que pintar,
Quem me dera saber escrever em papel sem palavras,
Quem me dera ouvir o silêncio do murmúrio do mar,
Quem me dera amar e nunca mais voltar.
M.
Luzes altas luzes baixas,
Voz em cima voz em baixo,
Som alto e som baixo,
Sabor forte e sabor fraco,
Paixão quente e Amor eterno.
M.
Fazes sentir o chão um prazer movediço,
Danças ao ritmo de uma música sem parar,
Vou até ti em passos sem jeito para ser o teu adereço,
Largas pelo ar emoções para eu querer voltar,
Saber amanhecer contigo e ficar mais uma vez apaixonadiço,
Por encontrar as maresias que nos fazem sarar.
M.
Compro mais uma botelha de sementes de vida,
Levanto-me para em mim voltar a semear,
Percorro mais este trilho que me leva onde não sei,
Nas lezírias sinto o perfume de quem me quer,
Selvagem montanha que me desafia onde serei,
Mesmo que seja em Alenquer,
Espalho ao meu redor tudo o que me consolida,
Em laivos de loucura transformadas em fusão nuclear.
M.
Lembras-me o dia em que o céu veio à terra,
Levei-te ao cume de um monte selvagem comigo,
Senti o palpitar de um sentimento que assim nasceu,
Nos raios de sol encontrei o calor para te ver assim,
Na essência do arinto fomos descobrindo um caminho,
E ao juntar os lábios o beijo que nos apaixonou por
Salvaterra.
M.
Seguimos por aí sem destino que nos impeça,
Curtimos mais uma tequila e ficamos a sorrir,
Vivemos um dia mais numa vontade de criança,
Olhamos para cima e imaginamos o que descobrir,
Abraçamos o sentimento que nos une na bonança.
M.
Corro aqui e agora até ao infinito do sonho vivido,
Rasgo o vento sem saber se o caminho é este,
Largo o suor que me lava a Alma aguçada pelo ardor,
Pinto o céu com o pincel e de vontade celeste,
Cruzo por entre as veredas com o monge esquecido,
Rezo poemas escritos e esquecidos nos vales encantados,
Assobio a melodia de quem na harpa sabe sentir,
Aquele sentimento que na pele deixa aquela marca.
M.
Alguma coisa que ali passa por entre as ruas desertas,
Alguma coisa que voa sem asas dentro de um corrente,
Alguma coisa que mexe por entre as pedras despidas,
Alguma coisa que nos faz acreditar que algo existe,
Alguma coisa que avança em direção ao Sol,
Alguma coisa que juntos iremos fazer sem medo,
Alguma coisa.
M.
Mais uma lágrima que corre pelo vale da esperança,
Felicidade que vamos encontrar na esquina esquecida,
Olhamos entre a janela semiaberta à procura da andança,
Dos moinhos que roçam o vento que lá vai naquela arruda,
E nos momentos de vontade deslembrada e sem praça,
Mergulhamos no desconhecido que só os Deuses sabem explicar.
M.
Sonhos de algodão feitos numa noite de verão,
Encantos de fantasias encontradas no cetim de Veneza,
Faíscas de luz que entram pela porta para iluminar,
Frutos colhidos para saborear durante a maresia,
Beijos que salgam os lábios dos amantes felizes,
Tempo que escreve poemas na poeira da encosta,
Caminhos que se cruzam por entre as pedras roliças,
Mar que desagua na foz de quem um dia volta a encontrar.
M.
Não quero mais saber se as ondas são de vento crispado,
Não quero voltar ao caminho da sombra perdida,
Não quero descobrir nada que logre ser conhecido,
Não quero fantasiar loucuras que são vindas do pesadelo,
Não quero sentir o escuro da noite a desfazer o sonho,
Não quero,
Mas quero saber o caminho que irei trilhar,
Mas quero saber agradar o outro que me acompanha,
Mas quero saber ser feliz nos dias cinzentos,
Mas quero saber que faço tudo para quem quer,
Mas quero saber que serei um dia mais humano,
Mas quero saber ouvir a melodia dos poemas cantados,
Mas quero.
M.
Vamos querer andar pelas brumas de sal,
Por entre as dunas corremos em direção ao mar,
Escorre pelo corpo mais uma vontade colossal,
Fantasiamos uma vez mais o que iremos derramar,
Agarramos o ar que passa por nós e levantamos o astral,
É um dia que passa como se uma vida fosse esfumar,
Pela ascendência das magias do vasto areal.
M.
Apenas quero saber onde se escondem os tesouros não encontrados,
Apenas quero descobrir em ti o beijo que será eterno,
Apenas quero passear junto do vento que nos acaricia o
rosto,
Apenas quero sentir a vontade de voltar a ter o agosto,
Apenas vou amar o que sei que me aquece no inverno,
Apenas serei o sentimento dos que são amados.
M.
Corrente de ar que passa por entre as nuvens do céu,
Formas pintadas em branco sobre azul que fazem imaginar,
Estendo a minha mão à procura de agarrar aquela que voa,
Relevo um suspiro para em mim encontrar o teu véu,
Soletro duas palavras que são escritas naquele cume,
Vozes que insistem em dizer aquilo que queremos sentir,
Ao largo deste horizonte vejo lá ao fundo o teu mar,
E ao emergir de lá nasce um querer de existir.
M.
Vagueio por entre os espíritos da Lua azul,
Saboreio o doce dos teus lábios pela manhã,
Saio à rua da alegria à procura de mais um trago,
Entro na tasca e sigo em direção ao copo largo,
Pela goela abaixo mando mais um para ter a sensação,
Sento-me e troco olhares com o soldado de Cabul,
Que guerra é esta para assim estarmos,
Na solidão das memórias assim abrigamos,
Em caminhos de esperança acreditamos que sentimos,
De loucura são os nossos dias até que o amor nos desperte,
E nas palavras ficam as mensagens que vou dizer-te.
M.
Nem escrever agora sei, Letras que me deixem sonhar, Um momento de alegria contigo, Falar de sentimentos ao luar, E deitar-me contigo na en...