rouxinol.

 Tu ó Alma que um dia saíste à rua,

Tu ó Alma que vais assim por aí nua,

De ti vejo o que é mais puro nesta passagem,

De ti procuro ser mais alguém sem bagagem,

Andas descalça sem saber que o chão traz dor,

Andas sem medo e vestida com o teu esplendor,

Não te quero magoar nas sombras do meu ser,

Não fujas de volta para o lugar onde foste amanhecer,

Sei que em ti tudo é vontade de tocar o sol,

E eu só quero estar contigo a cantar como um rouxinol.

M.

 

               

 

Sem comentários:

Enviar um comentário

Sou

​Sou uma gaivota que quer ser maior, Sou pouco de paz comigo mesmo, Sou capaz de cair sem medo, Sou um anjo caído do inferno, Sou um homem s...