Líricas construídas em cima de uma pedra nua,
Desconcerto de quem não sabe onde é o Norte,
Correntes de sangue derramado na rua,
Marasmo de não encontrar um sentido forte,
Do perfume que a vida nos traz e mostra,
Na sua efemeridade e lágrimas choradas,
E nas flores que iremos foram alcançadas,
Para depositar no cálice da nossa vida.
M.
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